Na última terça-feira (17) a equipe técnica da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) participou de uma operação em combate a criação e comércio ilegal de aves silvestres no interior do estado. A ação aconteceu no município de Boquim, localizado no leste sergipano, e contou com o apoio do Pelotão da Polícia Ambiental em todo o serviço.
Durante a fiscalização foi constado um cativeiro com 18 aves silvestres. Todas elas eram mantidas em gaiolas precárias e o proprietário não apresentou licença ou autorização dos órgãos ambientais para o tipo de atividade. “Foram apreendidos 15 canários da terra (Serinus canaria), 1 azulao (Cyanocompsa brissonii), 2 cabeças (Paroaria dominicana). Todas as aves foram examinadas por nossa equipe e nenhuma enfermidade e parasitas foram identificadas”, explica o técnico ambiental Daniel Allievi.
Além disso, de acordo com o veterinário, as aves apresentaram características comportamentais selvagens, o que justifica sua recente captura pelos infratores. “Todas aves apreendidas foram soltas em uma área de reserva ambiental cadastrada pela Adema”, acrescenta.
Após soltura, todas as gaiolas foram destruídas.

Apreensão
Ainda no decorrer da operação, a equipe da Adema apreendeu 3 couros de jacaré da espécie papo-amarelo com aproximadamente um metro e meio cada. “Assim que identificamos as couraças, informamos ao responsável que ele irá responder por crimes contra o meio ambiente, tanto na esfera criminal como administrativa”, finaliza Daniel..
Na manhã desta terça-feira (17), a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) reuniu diversas entidades ambientais, empresas que operam em áreas próximas ao litoral e rios, como também a Capitania dos Portos de Sergipe. O objetivo foi dialogar sobre a atuação em situações emergenciais, como a ocorrida no último sábado, dia 14, e, também, incluir a empresa Mosaic no Comitê de Plano de Área de Sergipe, visto que, até o momento, ela não havia declarado que atuava com atividades potencialmente poluidoras.
A equipe técnica da Subgerência de Projetos de Atividades da Cadeia do Petróleo (Supap) da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizou, na manhã do último domingo (15), uma análise detalhada nas proximidades do Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), localizado na região da praia de Jatobá, município de Barra dos Coqueiros.
“Percorremos toda a área a fim de estimar a extensão de praia atingida para identificar o problema. A partir disso, conversamos com os representantes da Petrobrás e da Mosaic com o intuito de obter informações sobre os procedimentos que estão sendo adotados para limpeza da praia. Também sugerimos que a equipe da Petrobras orientasse os banhistas sobre as ações que estão sendo realizadas e dos riscos de contaminação, devido à presença de óleo na areia e água”, explica Caroline.
A equipe técnica da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) participou, na última quinta-feira (12), de uma exposição detalhada sobre o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) da Linha de Transmissão Xingó-Jardim. O processo está em início de licenciamento e será fiscalizado pela Adema. Caberá também a Autarquia o acompanhamento da execução dos programas socioambientais durante a implantação e operação da linha de transmissão.
Os proprietários de imóveis rurais têm até o dia 31 de maio deste ano para realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Criado pela Lei nº 12.651/2012, o CAR é um registro público eletrônico de âmbito nacional e tem a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais referentes às Áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal, de remanescentes de florestas, de uso restrito e demais formas de vegetação nativa, como também das áreas consolidadas, compondo base de dados para controle, planejamento ambiental e econômico, combate ao desmatamento e, ainda, como método de monitoramento.
Nas últimas cinco semanas,
Há dez anos que ele faz parte da paisagem de Aracaju. Ancorado num estaleiro do município de Barra dos Coqueiros desde 2008, sendo facilmente visto por todos que cruzam a Avenida Ivo do Prado, na região Central da cidade, a sucata de um navio graneleiro da empresa H. Dantas começou a ser desmontado em 2016, mas, após um incêndio ocorrido no mesmo ano, o trabalho de desmonte foi interrompido pela Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), para regularização das condicionantes.
“A demora na conclusão do desmonte tem relação direta com complexidade do tipo de serviço desenvolvido e pelo rigor que temos com o cumprimento das condicionantes ambientais. Uma delas foi a retirada de óleo do navio por parte da empresa responsável pelo desmonte. Isso acarretou na interdição do serviço por alguns meses, até que o material inflamável fosse retirado em sua totalidade”, complementa.
As centenas de pastas coloridas, enfileiradas em diversas prateleiras da Coordenadoria de Atendimento e Arquivo guardam muito mais do que papeis e anotações antigas. Elas contam um pouco da história da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema). No local, são arquivados os processos técnicos gerados pelo órgão e, assim, é feito o controle de todos os procedimentos de licenciamento e fiscalização ambiental desenvolvidos pela Autarquia.
Durante o trabalho — realizado por sete funcionárias e uma estagiária –, é desenvolvido o tratamento arquivístico e, a partir disso, o material é direcionado aos setores responsáveis.
É na Coordenadoria de Atendimento e Arquivo Técnico da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) que tudo começa. No setor, composto por sete servidores, todos os procedimentos desenvolvidos pela Autarquia são inicializados. Lá, os primeiros passos para os licenciamentos ambientais do Estado são gerados e, após análise de todos os procedimentos estabelecidos pelo Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), liberados.
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